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domingo, 13 de janeiro de 2013

Amigo cão



             A minha primeira postagem de 2013 é uma homenagem aos cuscos que heroicamente defendem o meu pátio na minha ausência. Esse da foto acima, pra quem não me conheçe, prazer, sou eu, abraçado no Lelo. Em seguida uma sequência de fotos dele e da Lucinha, uma cadelinha bastante hiperativa. 
             Lelo foi uma herança que recebemos do antigo proprietário desse imóvel que compramos hà cinco anos atrás. "Seu Homero" faleceu e deixou órfão esse simpático e pequeno vira-latas, que acabou sendo agregado á nossa pequena famíla de dois. (Cesar & Diocéli). Um dia, o cusco  desmaiou, inexplicavelmente aos meus pés e só recobrou a consciência após refrescar-se na aragem fria do quintal. Após consulta com uma profissional especializada, (Veterinária)  ficou constatado que Lelo sofre de convulsões hepiléticas. Resultado: Terá que tomar, até o término da presente encarnação,  Gardenal 50 mg pra viver. Acredito que ele tenha algum atrativo especial para as fêmeas da espécie, pois à cada primavera, no cio das cadelas aqui do bairro, muitas vêm até o portão da minha casa para cheirà-lo, lambê-lo e provocà-lo á um namoro mais sério. Certa vez uma guriazinha com seus 6, 7 anos, moradora das imediações tentou apropriar-se indevidamente dele, mas Lelo, ágil e esperto, voltou lépido ao seu amado lar. Apesar da idade já avançada, esperamos que ele dure ainda mais alguns anos com a gente.
          Já Lucinha é a personificação da hiperatividade e vigor infantis. Pega tudo que vê ao chão e isso em algumas oportunidades causa-nos transtornos, como a vez em que tirou onda com uma aranha e acabou ficando de cara inchada. É essencialmente alegre e deu um complemento extra á rotina do Lelo, que na nossa ausência andava ficando um tanto solitário e deprimido. A cadelinha é tão carinhosa e grudenta que, confesso, ás vezes chega a ser chata, mas faz a gente rir muito, com certas brincadeiras que faz.
          A família em breve terá o seu quinto integrante, Rafael, meu guri que nasce em fevereiro. Em breve teremos notícias dele aqui mesmo, nesse espaço, aguardem.

                     Fiquem com Deus e as fotos dos cuscos, por enquanto.









terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Ano-novo





O ano-novo dura tão somente um dia,
Depois ele envelhece e é despejado na pia,
Levado pela água fria, que enxagua as louças.
As suas horas são tão poucas, que até podem ser contadas.
As pessoas abraçadas, percebem o quanto é bom,
Embaladas pelo som que a rádio está tocando.
E os minutos vão passando, sem que ninguém perceba,
Até que alguém vá e beba, o que resta da champanha.
Crescem já teias de aranha, na casa toda enfeitada,
Que fora toda arrumada, naquele dia especial.

Um abraço apertado, tal qual no ano passado.
Já está tudo programado, como num computador.
Fica lá fora o rancor, só esperando pra voltar,
Quando o ano-novo acabar e voltarmos à rotina,
Para nossa triste sina, de viver cada um por si.

Sejamos mais verdadeiros, nesse meses inteiros,
Pois momentos passageiros, não chegam a se firmar.
Num segundo, num piscar, a lua desaparece,
E o sonhador aí padece, na crua realidade,
Sabe que a felicidade é um Ano-novo eterno,
Onde as portas do inferno, não hão de prevalecer.


                        
                                      Cesar S. Farias






Um belo e justo 2013 pra todos nós!






domingo, 16 de dezembro de 2012

Postagem natalina

         


             

                   Se um censor pudesse contabilizar quantos vezes a palavra PAPAI NOEL, personagem de mentirinha, ocupa outdoors, páginas de jornais, canais de rádios, emissoras de TV's e rodas de conversa durante o período de natal, chegaríamos, sem sombra de dúvida, à casa dos milhares. Em contrapartida, timidamente, na outra ponta das estatísticas, encontraremos um Jesus rejeitado, esquecido e boicotado, que nenhuma homenagem recebe em seu próprio aniversário.
          Até quando perpetuaremos esse insulto ao Senhor dos senhores, que enfrenta a desleal concorrência de um velho obeso com pinta de super-herói? Com excessão dos já escassos presépios, pouquíssimas opções existem no comércio para os que, heroicamente, tentam ainda celebrarem o verdadeiro espírito dessa festa cristã. Os sinos, trenó e demais apetrechos do Papai Noel são abundantemente oportunizados nas vitrines de todo o país, movimentando o moinho de um lucrativo mercado, alicerçado na mentira e avidez por lucros econômicos.
          A gente, individualmente, pode começar a reverter tudo isso. Se quem tiver filho, ensiná-lo a lembrar e multiplicar pensamentos sobre o Cristo nessa época, uma semente de mostarda pode estar sendo lançada ao chão. Quando crianças, automaticamente, estamos propensos a seguirmos as mesmas tradições e celebrações de nossos pais, encarando-as como passatempos que devemos executar ao longo de nossas vidas. É por isso que torna-se imprescindível divulgarmos essa idéia e contarmos tão somente a verdade aos pequenos que criamos e tentamos educar. Da mesma forma, quem não experimenta os ditames da maternidade ou paternidade, pode focalizar a atenção em lembranças que remetam a gloriosa presença do Messias entre o povo, fazendo de si a própria revolução.
          O Papai Noel, á meu ver, é um ser nocivo e repugnante que afasta a fé das pessoas em valores que Deus em pessoa veio para ensinar. A sua presença inspira desejo de gastar e hipocritamente distribuir presentes aos entes queridos, sempre na secreta intenção de receber algum embrulho em troca. Já diz a própria escritura, que luz e trevas não podem conviverem juntas. Aos que deram-se ao trabalho e paciência de visitarem-me, conclamo-os à esta reflexão sobra a data. Se possível, entre 24 e 25 de dezembro, (próxima segunda e terça-feira respectivamente) comemorem o nascimento do Menino Deus e desfrutem momentos de júbilo, alegria, generosidade e amizade que exercitem as lições deixadas por esse grande e incontestável JESUS DE NAZARÉ.

           Um agradável natal à todos. Que o mundo cada vez mais vá entrando nos eixos em 2013.


                           Cesar S. Farias