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domingo, 5 de abril de 2015

Rastafari- Cultura de vida.



          Conforme Jah tinha prometido anteriormente aos leitores e apreciadores do  blog, aqui vai a matéria sobre o estilo de vida rastafari. Cultura e informação nunca são demais.             

       

A Cultura Rastafari surgiu na década de 30, após a coroação de Selassié na Etiópia, que para os africanos era uma divindade. Os Rastafaris se identificam com o Povo Escolhido por Deus (Jah), os Israelitas da Bíblia. A Etiópia é a Terra Prometida (Sião) e todos os outros países do mundo ocidental são chamados de Babilônia, o lugar do exílio. Para alguns rastas, Selassié não substituiu Cristo, mas fortaleceu a veracidade de Cristo ao levar a luz a um novo povo que tem uma nova interpretação da Palavra de Deus e uma fé e um profundo entendimento das Revelações que prometem o Reino de Deus na Terra. Dizem os profetas que a Segunda vinda do Messias ocorre nos seguintes termos: “o cordeiro voltará como leão”. Para os rastafaris, este retorno já ocorreu e o Leão de Judá foi Haile Selassié. Essa populacão passou a ser chamada de Rastafari pois quando vivo, Selassié era chamado de Ras ("principe" ou "cabeça") Tafari ("da paz"), ou seja, Principe da paz.
            



Com o passar do tempo, a sociedade que tanto cultuava Jah foi crescendo e criando costumes de uma tribo única. As tranças ou mechas são cultivadas desta forma por razões filosofico-religiosas e identitárias. Os rastafaris argumentam que o crescimento contínuo dos cabelos é condição natural da bioquímica do organismo humano, idéia que se combina com a evidência de que esta bioquímica é uma determinação de Deus, e a vontade de Deus é soberana. Por outro lado, o dreadlook remete à imagem da juba de um leão, animal que, enquanto símbolo, expressa várias idéias: de rei (dos animais), força, coragem, dignidade.
Comer carne de porco, consumir alcool e fumar tabaco eram proibidos entre eles e sua alimentação consistia em ervas, raízes e vegetais. Seus objetivos sempre foram obter uma liberdade de expressão, priorizar sempre o amor e a amizade e viver de modo natural, aceitando a forma em que o ser humano foi criado,            




Os sons dos tambores e de outros objetos percussivos, diferentes entre si e combinados na “batida” do reggae, é um meio de conexão com a divindade, de acordo com o conhecimento ocultista, que considera o som como a primeira manifestação de Deus em sua criação de todas as coisas. Sempre estiveram fortemente unidos ao reggae, fazendo a música tão importante socio-politicamente como também culturalmente.
Outro aspecto da importância da música na cultura rasta é de natureza psicológica, aspecto este igualmente aceito pela ciência. Experiências já provaram que a música interfere no estado de espírito, ou humor, não apenas dos homens, mas também dos animais e até das plantas. Há músicas excitantes, outras depressivas e outras ainda, como o reggae (bem como a newage music e os cantos gregorianos) que são tranquilizantes, capazes de proporcionar um estado mental de serenidade, acalmando emoções violentas e melhorando o desempenho da inteligência como um todo. Este poder tranquilizador da musica rasta, é reforçado pelas letras das canções, que contêm mensagens de paz, amor e dignidade.      





                 As cores que os identificam são as mesmas da bandeira africana e da Etiópia: o verde, amarelo, vermelho e preto. O verde representa a natureza africana, o amarelo é sua riqueza, o vermelho indica o sangue dos escravos e o preto é a raça negra. Existem vários seguimentos Rastas como As 12 Tribos de Israel, Bobo Dreads e a Ordem Nyabinghi.
               A conhecida ganja, marijuana ou cannabis é uma erva medicinal milenar usada pelos Rastas, não para diversão ou prazer, mas sim para limpeza e purificação em rituais controlados. De fato, a erva “ganjah” foi reconhecida como “o fumo da sabedoria”, e líderes Rasta determinaram que ela seria fumada como um ritual religioso, alegando que fora achada crescendo na cova do Rei Salomão e citando passagens bíblicas, para atestar suas propriedades sagradas: “Ele criou a grama destinando-a ao gado, e a erva à serviço do Homem, de forma que trará comida farta pelo mundo".  O uso da Canabis é feito particularmente em grandes cachimbos chamados “Cálices” é parte integral do culto que o Rastafari chama de “Seção de Arrazoamento”. O “Cálice Flamejante” também é símbolo do “Universalismo Unitário”.
Eles vêem a maconha como tendo a capacidade de permitir o usuário a penetrar na real verdade de como as coisas são com absoluta clareza.
Por este motivo é que os Rastafari se reunem para fumar Canabis e discutir a verdade uns com os outros, racionalizando tudo nos mínimos detalhes que duram inúmeras seções.afora”. 




Fonte: triborastafarilc.blogspot

domingo, 22 de março de 2015

Pai Nosso- Aramaico

            Na época de Jesus, em Israel, as pessoas falavam dois idiomas, o hebraico e o aramaico. O primeiro era utilizado, basicamente, apenas pelos sacerdotes em seus rituais no templo e o segundo era o idioma do povo. Yeashua (Jesus) falava nessa última língua. 
     Com essa oração, tão conhecida de todos nós, recitada aqui em sua forma original, faço a minha saudação de páscoa aos visitantes e amigos.

                                                                                                                                                  Uma boa páscoa à todos. 



terça-feira, 10 de março de 2015

Renan Calheiros- Ficha Suja

       
          
           Se existe um nome que personifica, em nossa conjuntura política atual, recheada de safados demagogos, o significado inconfundível do termo canalha diplomado esse ser vivente chama-se Renan Calheiros. A sua recente reeleição para Presidente do Senado Federal representa toda a absurda inversão de valores que atualmente inspira as nossas instituições sociais. Como, um homenzinho desses, cheio de acusações da Procuradoria Geral da República nas costas,  é alçado ao posto máximo de um órgão legislativo de extrema importância dentro do Estado Democrático de Direito?
Apenas a título de mera curiosidade informativa, abaixo listo algumas (somente algumas) broncas que o nosso ilustre "homenageado da semana" envolveu-se em suas andanças por palácios e gabinetes do país:

* Acusado de pagar a pensão alimentícia de uma filha nascida fora do seu casamento utilizando, mensalmente, generosa ajuda de alto funcionário da empresa Mendes Junior. Chamado para dar as devidas justificativas, enredou-se ainda mais, pois tentando comprovar a sua renda, apresentou ao Senado da República notas frias e documentos falsificados, motivando nova denúncia, dessa vez ao Supremo Tribunal Federal

*Como proprietário da "Agropecuária Alagoas Ltda.", foi acusado de crime ambiental pelo Ministério Público Federal daquele estado, por pavimentar ilegalmente, sem licença ambiental, um trecho de 700 metros dentro de reserva ecológica. A referida via, coincidência ou não, liga a "Fazenda Alagoas", pertencente ao grupo de Renan, à BR 101, principal rodovia que corta o estado.

* Segundo informações de conceituado jornal do Sudoeste do país, em 2013 pediu ao Senado um reembolso de R$ 10.000,00, relativos á serviços que não teriam sido prestados à ele, Tal verba, denominada cota, é destinada ao reembolso de serviços e produtos comprados, mediante apresentação de nota fiscal.


Acreditem, tem mais, muito mais historinhas sobre esse homem na imprensa. Não quero, por outro lado transformar essa postagem numa formal biografia criminal dele. Contento-me em lembrar-lhes que o digníssimo engravatado foi recentemente enredado, através de caguetagem premiada, no escândalo da Petrobras.
Jose Renan Vasconcelos Calheiros é o nome da impunidade e representa os previlégios, mandos e desmandos da classe política.

                                     Cesar