domingo, 14 de junho de 2026

O WhatsApp, segundo a Psicologia

 


Prefere mandar mensagens escritas no WhatsApp em vez de gravar áudios? A psicologia explica o que essa escolha pode revelar sobre sua personalidade, empatia e forma de se comunicar.

Você é do time que manda mensagem escrita no WhatsApp ou do time que adora gravar áudio? 

Apesar de muitos encararem essa escolha apenas como uma questão de preferência ou agilidade no dia a dia contudo, especialistas em psicologia apontam que ela pode estar relacionada a características específicas da personalidade e à forma como cada indivíduo processa suas relações sociais. 

De acordo com a Associação Americana de Psicologia, pessoas que priorizam a comunicação por texto buscam controle, consistência interna e clareza emocional. Elas não evitam o contato, mas escolhem um canal no qual possam se expressar sem improvisação, considerando cuidadosamente tanto o conteúdo quanto o impacto da mensagem.

                                 1. Pessoas introvertidas

A preferência pela escrita é bastante comum entre indivíduos introvertidos. Ao contrário do que muitos pensam, eles não evitam o contato social, mas costumam administrar sua energia emocional com mais cautela. 

As mensagens de texto oferecem um ambiente mais confortável para interagir, sem a pressão de responder imediatamente ou a necessidade de se expor por meio da voz. 

Esse formato permite que participem das conversas no próprio ritmo, preservando seu bem-estar emocional.

2. Comunicadores reflexivos

Outro perfil frequentemente associado às mensagens escritas é o das pessoas reflexivas. Elas tem a tendência de analisar cuidadosamente o que desejam comunicar antes de enviar uma resposta. 

A escrita funciona como uma ferramenta que possibilita organizar pensamentos, revisar argumentos e garantir que a mensagem represente exatamente suas intenções. Por isso, costumam valorizar a clareza, a coerência e a precisão das palavras escolhidas.

       3. Pessoas independentes e autônomas

A escolha pelo texto também aparece com frequência entre indivíduos que valorizam autonomia e independência. Como a comunicação escrita não exige respostas instantâneas, ela permite mais tempo para refletir e formular opiniões sem a influência da pressão do momento. 

Esse comportamento costuma estar relacionado à segurança nas próprias decisões e à capacidade de sustentar posicionamentos de forma tranquila e racional.

Assim, para psicologia, escolher por mensagens escritas em vez de áudios está longe de ser uma simples preferência tecnológica. Em muitos casos, essa escolha pode refletir traços importantes da personalidade, como introspecção, empatia, reflexão e autonomia emocional.

4. Pessoas com alta empatia

Muitos adeptos das mensagens de texto também demonstram grande preocupação com o impacto que suas palavras podem causar nos outros. 

A comunicação escrita oferece a oportunidade de ajustar o tom da conversa, evitar interpretações equivocadas e transmitir emoções de maneira mais cuidadosa. 

Em vez de agir por impulso, essas pessoas costumam considerar como a pessoa do outro lado da tela vai receber a mensagem, buscando reduzir desconfortos e possíveis conflitos.


Fonte: purepeople.com.br                                                                                      






domingo, 7 de junho de 2026

A meditação mântrica

 




           Os populares "Hare Krishnas" são conhecidos pela maior parte da sociedade como figuras exóticas de modos e trajes típicos. Quem nunca foi abordado por um "Hare" vendendo incensos ou livros no ônibus, ao menos avistou um grupo tocando instrumentos musicais indianos entoando repetidamente:

                              Hare Krsna, Hare Krsna

                              Krsna Krsna, Hare Hare

                              Hare Rama, Hare Rama

                              Rama Rama, Hare Hare

            Na verdade, no mundo ocidental, pouco se sabe a respeito da cultura que os inspira. O processo de cantar e ouvir as glórias de Deus, a meditação mântrica, as escrituras sagradas, os mestres espirituais, a alimentação lacto-vegetariana e a adoração a deidades compõem um universo ainda pouco familiar aos olhos ocidentais. Sabe-se que seus hábitos são oriundos da Índia, mas o seu significado é pouco compreendido.

            A base do movimento pela consciência de Krishna é a cultura védica, a mais antiga da humanidade. Todos os seus aspectos (religiosos, filosóficos, científicos, sociais, etc.) estão voltados para a espiritualidade, para a busca da auto-realização e o contato com Deus.

            O Senhor é o proprietário de todo o universo e assim pode ser conhecido por diferentes nomes, em diferentes lugares. Qualquer nomenclatura que se relacione ao Senhor Supremo é tão sagrada quanto as outras. Todas dizem respeito à Deus. Estes Santos nomes são tão poderosos quanto Ele e nada impede que alguém os cante glorificando-O através do nome específico pelo qual é conhecido em determinada religião ou região. A literatura védica milenar da Índia reconhece o mantra Hare Krsna como Supremo - Maha-mantra -  pois contém todos os outros.

            O nome KRISHNA significa "o todo-atrativo", RAMA o "todo-agradável". HARE é uma súplica à energia interna de Deus. Quando cantamos o Maha-mantra estamos orando ao Senhor todo-atrativo, à sua potência interna de prazer, que nos aceite e possamos satisfazê-Lo servindo-O. 

            Mantra é a vibração sonora capaz de nos conectar à energia Suprema que controla todas as coisas, materiais e imateriais. Ao entoarmos mantras, automaticamente entramos em contato com níveis superiores de consciência e ultrapassamos os limites dos padrões mentais condicionados. Assim, podemos desenvolver o controle mental e atingir o equilíbrio emocional necessário para uma vida saudável e harmoniosa. Não há nenhuma restrição para a prática da meditação mântrica. Pelo contrário, o processo de cantar mantras é indicado como o processo ideal para o homem moderno na busca da auto-realização. Descubra a paz em meio ao caos.


                                 🙏


  Fonte: Informativo do Centro de Estudos Védicos de Porto Alegre                                              

segunda-feira, 1 de junho de 2026

O Tio Sam vem aí

 


             Após certo período de advertência, os U.S.A passaram a classificar as facções criminosas daqui como grupos terroristas.

   Sem querer chateá-los com ponderações nacionalistas e políticas, na condição de mero cidadão brasileiro, vejo com certa desconfiança mais essa altruísta decisão do governo norte-americano, dessa vez, diretamente apontada pro meu país. Coincidência ou não, todas as intervenções bélicas externas de Trump são em países com alguma reserva mineral  ou fóssil de fazer inveja.

    Não tenho, é lógico, a capacidade de prever as próximas jogadas desse tabuleiro, mas posso, isso sim, manifestar publicamente a minha apreensão, com base no histórico arbitrário desse senhor de cabelos brancos que parece, de fato, se julgar dono do mundo.

     Mundialmente falando, o tráfico de drogas tá fortemente infiltrado na política e não acredito que a influência externa de uma potência mundial vai pura e simplesmente acabar com ele e é por isso que eu encerro evocando, em tom de consultoria, aquele velho ditado:


"Each monkey in its own tree."