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domingo, 14 de junho de 2020

Swami Prabhubada- Um santo do século vinte



          Sua Divina Graça A.C. Bhaktivedanta Svami Prabhupada (1 de setembro de 1896 - 14 de novembro de 1977) é o Fundador Acharya da Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna (ISKCON). O título de acharya refere-se a alguém que fez da sua vida um exemplo. Em 1965, representando a linhagem de mestres da Gaudiya Vaishnava Sampradaya de Sri Chaitanya Mahaprabhu, que data desde milhares de anos, Srila Prabhupada navegou da Índia até Nova York, com a idade de 69 anos, para compartilhar a mensagem do Senhor Krishna. Trazia com ele nada mais que a roupa do corpo, uma caixa de livros e o equivalente a US$ 7 em Rúpias. Nos anos que se seguiram, ele viajou e pregou em todo o mundo, abriu 108 templos, escreveu mais de quarenta volumes de tradução e comentários sobre clássicos como o Shrimad Bhagavatam, o Chaitanya Charitamrita e o Bhagavad-gita, e fundou a Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna (ISKCON).

           Sua Divina Graça Srila Prabhupada não pregou ou escreveu unicamente como um erudito, mas como um praticante perfeito. Ele ensinou não apenas através de seus escritos, mas também por meio de sua vida. Ao longo de sua obra, Srila Prabhupada transmitiu o sentido natural das escrituras, sem se desviar com interpretações, propiciando-nos uma versão autêntica das conclusões védicas sobre tópicos tão importantes como o propósito da vida humana, a natureza da alma, a consciência e Deus. Apesar de não estar mais presente fisicamente no mundo, ele vive em seus livros e nos corações daqueles cujas vidas ele tocou.



Fonte: ww3.iskon.com.br


segunda-feira, 1 de junho de 2020

World Animal Protection- Pela causa animal mesmo?

     

           O aumento de casos de COVID-19 entre funcionários do setor pecuário tem afetado o funcionamento de granjas e frigoríficos no Brasil, que correm o risco de fechar suas portas a qualquer momento. Para os milhões de animais criados para consumo no país, isso pode significar um imenso sofrimento.
Não é a primeira vez que uma crise impacta diretamente os animais de fazenda no Brasil. Em 2018, milhões foram privados de alimento, água e medicamentos por conta da greve nacional dos caminhoneiros. Durante a paralisação, foram registrados até mesmo casos de canibalismo causados pela fome e pelo aumento da população de animais nas instalações de criação.
Nossa preocupação agora é que, com a pandemia do novo coronavírus, essa situação se repita. Por essa razão, estamos cobrando uma resposta rápida do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e de outras instituições do setor para proteger esses animais.
Enviamos um ofício ao MAPA, solicitando que os órgãos responsáveis orientem produtores, empresas e processadoras para que criem um plano de contingência que:
  • garanta de que todos os animais recebam água e ração em quantidade e qualidade adequadas;
  • garanta o reparo de falhas elétricas no prazo máximo de oito horas, pois a falta de energia elétrica pode levar à morte de muitos animais por calor ou frio, principalmente aves e porcos;
  • contenha um plano de transporte para abate dos animais em outros frigoríficos, caso aqueles que são utilizados normalmente tenham reduzido suas operações;
  • contenha de um plano de biosseguridade para proteger seus funcionários e evitar a disseminação da COVID-19 e, assim, também proteger os animais do sofrimento causado pela falta de pessoas para cuidar deles.
              Fonte: worldanimalprotection.org,br (spam)



          Já tentei me descadastrar desse spam indesejado em meu correio eletrônico, no entanto eles revelam-se persistentes. Esse foi o teor do último artigo que tiveram a cara de pau de me encaminhar, pra leitura, reflexão e agradecimento, talvez. As expressões em negrito e sublinhada são uma alteração minha, não constam no texto publicado no site da organização. Ressaltam, em destaque, o quanto soam à mim frágeis as suas intenções supostamente "franciscanas", protetivas, misericordiosas.
    Absurdo, hipócrita, dissimulado. Ativismo "meia-tijela" á serviço da indústria da carne.Contraditórios. Se num primeiro momento apresentam-se como preocupados com a saúde e alimentação dos bichinhos, no seguinte começam a traçar PLANO DE CONTINGÊNCIA PRA ABATE. Se passarem de visita por aqui, pro tradicional chazinho do blog, por favor, não levem-me a mal, mas parem de me mandar email imbecil. Risquem-me da lista de vocês. Tentem achar outro. Aqui,desculpem-me a franqueza,  não vem que não tem. Procurem os pecuaristas da sua própria turma. 
Vão-se, que eu os permito irem em paz.