Após certo período de advertência, os U.S.A passaram a classificar as facções criminosas daqui como grupos terroristas.
Sem querer chateá-los com ponderações nacionalistas e políticas, na condição de mero cidadão brasileiro, vejo com certa desconfiança mais essa altruísta decisão do governo norte-americano, dessa vez, diretamente apontada pro meu país. Coincidência ou não, todas as intervenções bélicas externas de Trump são em países com alguma reserva mineral ou fóssil de fazer inveja.
Não tenho, é lógico, a capacidade de prever as próximas jogadas desse tabuleiro, mas posso, isso sim, manifestar publicamente a minha apreensão, com base no histórico arbitrário desse senhor de cabelos brancos que parece, de fato, se julgar dono do mundo.
Mundialmente falando, o tráfico de drogas tá fortemente infiltrado na política e não acredito que a influência externa de uma potência mundial vai pura e simplesmente acabar com ele e é por isso que eu encerro evocando, em tom de consultoria, aquele velho ditado:
"Each monkey in its own tree."
