Após certo período de advertência, os U.S.A passaram a classificar as facções criminosas daqui como grupos terroristas.
Sem querer chateá-los com ponderações nacionalistas e políticas, na condição de mero cidadão brasileiro, vejo com certa desconfiança mais essa altruísta decisão do governo norte-americano, dessa vez, diretamente apontada pro meu país. Coincidência ou não, todas as intervenções bélicas externas de Trump são em países com alguma reserva mineral ou fóssil de fazer inveja.
Não tenho, é lógico, a capacidade de prever as próximas jogadas desse tabuleiro, mas posso, isso sim, manifestar publicamente a minha apreensão, com base no histórico arbitrário desse senhor de cabelos brancos que parece, de fato, se julgar dono do mundo.
Mundialmente falando, o tráfico de drogas tá fortemente infiltrado na política e não acredito que a influência externa de uma potência mundial vai pura e simplesmente acabar com ele e é por isso que eu encerro evocando, em tom de consultoria, aquele velho ditado:
"Each monkey in its own tree."

5 comentários:
Boa tarde meu querido amigo e poeta gaúcho Cesar. Concordo totalmente com você. O Trump se acha o dono do mundo. Ele sabe que o Brasil é muito rico em minerais raros e também em petróleo. Uma excelente tarde de segunda-feira, um excelente mês de junho e um grande abraço do seu amigo carioca.
O Trump deve cuidar do seu quadrado e não se meter no dos outros!
abraços, chica
À princípio, a classificação permite ao governo americano atuar contra as facções brasileiras que já agem em território americano, seja via lavagem de dinheiro e outros crimes fiscais. Não é que o FBI vá invadir o Brasil pra prender traficante terrorista. Quem deve fazer isso é a nossa polícia, mas sempre que um terrorista traficante cai morto por um policial, chove críticas da turma da esquerda que quer me convencer que a criminalidade é puramente reflexo de questões sociais.
Bom ver a cara novo do blog, rs
Conforme eu disse, não sou profeta pra prever os próximos desdobramentos, pois cumprir a palavra e não é o ponto forte dos políticos.
Nem tudo aquilo que parece ser, acaba sendo.
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