sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

Postagem Aquariana

 



          Poucos sabem mas fevereiro é o mês do meu aniversário, no entanto,  o presente será de todos vocês. Pela 1ª vez na história, as homenagens serão ao meu signo zodiacal, brindando-vos com um resumido estudo sobre a tão aguardada Era de Aquário. 

Paz no💗 de todos(as). 


A Era de Aquário é um assunto que cada vez mais vem sendo pauta entre os estudiosos de astrologia. Provavelmente você ouviu falar por aí que o início seria em 2021, mas já adiantamos que não é bem isso, uma vez que estamos em um momento de transição entre Eras. Contudo, neste período, já podemos perceber o que esta fase pode nos sugerir.

 Da Era de Peixes para a Era de Aquário

De forma bem resumida, até o início do século XXI, estamos vivendo sob a regência da Era de Peixes. Neste período, houve o domínio do cristianismo, onde os primeiros cristãos utilizaram peixes como um emblema e como um sinal para suas reuniões secretas, gravando-os nos muros das catacumbas, sobre as sepulturas e portas. É fácil notar que na bíblia há muitas referências a peixes, como a pesca milagrosa em João 21:1 e outras menções.

Após cerca de 2 mil anos, seguimos em direção a Era de Aquário. Com isso, nos próximos 2.160 anos, este signo governado por Saturno e Urano, que faz oposição a Leão, desenhará e transformará os conceitos macro da humanidade, nos fazendo entrar na aguardada Era de Aquário.

Esta transição é longa e a proximidade entre os signos envolvidos faz grande diferença. Por isso, muitos acreditam que já estamos na Era de Aquário, uma vez que vivenciamos diversas transformações tecnológicas, políticas, sociais e culturais nas últimas décadas como uma correspondência análoga aos temas deste signo.

      

Consolidando a Era de Aquário

Entre os anos de 2020 e 2030, após trânsitos importantes que fizeram Saturno e Júpiter entrarem no grande ciclo de Ar e com a entrada de Plutão em Aquário, que ocorre em 2023, acredita-se que esta transição estará bastante avançada e, assim, a entrada na Era de Aquário estará basicamente consolidada.

Na Era de Aquário, as atitudes passam a ser mais objetivas e impessoais e o coletivo é soberano. Tudo o que não serve mais, pode ser descartado ou reciclado. O coletivo de ato está em foco e as informações se propagam em velocidades muito altas, uma vez que o desenvolvimento tecnológico e dos meios de comunicação está acelerado.

A realidade que conhecemos no presente está prestes a ser questionada. Os extremos têm pressionado o surgimento de um novo nível de percepção e de consciência àqueles que estejam com o coração e mente abertos para repensar a realidade e dispostos a reconstruir novos caminhos de futuro, diferentes de tudo o que conhecemos.

Mas, para que essa transição seja positiva, tem uma palavra muito importante que precisa ganhar destaque em nosso vocabulário diário: responsabilidade. A liberdade que Aquário preza esta atrelada diretamente à responsabilidade. Se hoje as estruturas de poder são, em sua maioria, visíveis e categorizadas, elas passarão a ser mais sutis e intrínsecas, iniciando uma fase de ajuda mútua e trazendo mais humanitarismo. Por outro lado, também há a possibilidade de criar-se uma grande rede e sistema de controle no melhor estilo Big Brother, o regente da famosa obra de George Orwell chamada 1984, que a tudo e todos controla através de um policiamento coletivo. Tudo depende de como vamos conduzir e permitir os acontecimentos que vão se desenrolando.

Na Era de Aquário, temos uma visão de que o mundo pode se tornar gradativamente melhor pela valorização do ser humano, da ciência, tecnologia, modernização, liberdade e democracia. A mudança permanece contínua, mas agora de uma forma ainda mais frenética.

 

 

 

 

Fonte: astrolink.com.br


sábado, 20 de janeiro de 2024

Incêndios que ninguém esquece

  


          A população que circulava pelo Centro de Porto Alegre na tarde de 27 de abril de 1976 parou para assistir, chocada, às cenas do maior incêndio que já atingiu a capital gaúcha. Os sete andares do prédio da Lojas Renner, na esquina da Alberto Bins com a Dr. Flores, estavam tomadas pelo fogo. O final foi trágico, com 41 mortos e mais de 60 feridos.

          Helicópteros da Base Aérea de Canoas sobrevoavam o local, mas não puderam resgatar as vítimas pelo terraço, inapropriado para esse tipo de operação. Passaram a contribuir com informações para as equipes de resgate. Vítimas em desespero se jogavam pelas janelas com o corpo em chamas. Outras pediam socorro no alto do prédio para os helicópteros ou para os bombeiros, que conseguiram salvar dezenas pelas escadas Magirus. Em frente à loja, milhares de pessoas estavam atrás dos cordões de isolamento. Algumas gritavam, outras pediam calma. Os bombeiros utilizaram 200 homens, 13 viaturas e a lancha da Estação Fluvial, que funcionou à beira do Guaíba, suprindo a falta de água.

          O incêndio da Renner foi o maior da Capital, mas não o primeiro a adquirir grandes proporções. Em 29 de dezembro de 1973, as chamas que consumiram as Lojas Americanas, na Rua da Praia, só não deixaram maior número de vítimas porque começaram no final de uma tarde de sábado, quando o local já estava fechado. Cinco pessoas morreram. Em outro sábado, dia 13 de maio de 1967, o fogo destruiu em pouco mais de três horas um dos grandes e históricos prédios da área central: o edifício Marechal Mallet, antigo "Grande Hotel", na esquina das Andradas com a Caldas Júnior. Como lembrou o jornal "Correio do Povo" à época, a destruição do Mallet virou uma página da história de Porto Alegre. De suas sacadas, nos movimentos revolucionários de 1923 e 1930, falaram Assis Brasil, Osvaldo Aranha e Getúlio Vargas.

          E foi também num sábado, dia 19 de novembro de 1949, que um incêndio criminoso destruiu o prédio do então Tribunal Superior do Rio Grande do Sul, atual Tribunal de Justiça, na praça Marechal Deodoro. Milhares de processos se perderam e a valiosa biblioteca do tribunal, uma das melhores do país, foi completamente destruída. Desapareceram com as chamas volumes raros e coleções de jornais antigos, como "A Federação", que contavam uma parte da história do Rio Grande.


Fonte: Edição comemorativa do "Correio do Povo", em 02/10/2005

segunda-feira, 8 de janeiro de 2024

Alpha Blondy 70 anos

 


Seydou Koné, mais conhecido como Alpha Blondy, nasceu na Costa do Marfim em 1 de janeiro de 1953, é um cantor de reggae muito popular na África.
As letras de suas músicas expressam forte atitude e humor relacionados à política. Inventou a palavra "democratura" (que se traduz como "democratura", combinação de democracia e ditadura) para qualificar alguns governos africanos.
Quando ouviu o grande Bob Marley pela primeira vez, sua mentalidade mudou e decidiu virar-se para o reggae e fazer músicas de protesto.
Alpha Blondy canta em diferentes línguas como francês, inglês, árabe, hebraico, baoulé, malinké, wólof, ashanti e dioula.
O estilo de reggae que Alpha Blondy faz é o roots. Apesar de usar novas tecnologias nos seus discos, nas suas músicas se percebe a cultura de algumas nações africanas.


Fonte: frecuenciasoundsystem