O ano aqui no Experiência começa na mesma vibração crística que encerrou seu 2025. Falar na importância feminina é , sem dúvida alguma, perpetuar um ensinamento chave de Jesus sobre igualdade de gênero e mérito pessoal na obtenção da graça divina.
Faço dessa, por outro lado, uma postagem em homenagem às minhas seguidoras aqui do blog, que são maioria em número e participação ativa, sem é claro, querer desmerecer os varões.
A figura da mulher
Na lista de assuntos da Bíblia mais questionados, destaca-se o que diz respeito à figura da mulher, já que alguns trechos do livro sagrado deixam implícito que ela teria que desempenhar uma postura submissa ao homem e que casar virgem deveria ser obrigatório.
Para Clélia Peretti, professora de pós-graduação em Teologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, a figura feminina não deixa de ser fortemente retratada nas escrituras bíblicas, contudo, a tradição impôs, durante muito tempo, que o divino era puramente masculino e que o mesmo se estendia aos receptores da palavra divina, os discípulos. Naturalmente, seus continuadores, os padres, deveriam ser homens, com exclusão da mulher: "Esta concepção patriarcal legitimava a exclusão cultural e social da metade da natureza humana, completa Clélia.
A professora ainda pontua que com a descoberta dos manuscritos de Nag Hammadi e de outros textos bíblicos, o valor do feminino do divino emergiu num condição própria e isso é percebido no Novo Testamento. "O que o Novo Testamento nos traz é de fato uma mensagem de libertação e de promoção efetiva da dignidade e das mulheres, sua presença ativa no Reino de Deus", finaliza.

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