domingo, 9 de abril de 2023

As maravilhosas obras do Senhor

               


             Rendei graças ao Senhor,

            invocai o seu nome, 

            fazei conhecidos, entre os povos,

            os Seus feitos.

            Cantai-lhe, cantai-lhe salmos;

             narrai todas as suas maravilhas.

               Gloriai-vos no seu santo nome;

                alegre-se o coração

                 dos que buscam o Senhor.

                  Buscai o Senhor e o seu poder;

                   buscai perpetuamente a sua presença.

                    Lembrai-vos das maravilhas que fez, 

                    dos seus prodígios e dos juízos

                     de seus lábios (...)

                  

             Salmo 105

segunda-feira, 3 de abril de 2023

Semana de Páscoa


          Entramos na semana de páscoa e eu, como não poderia deixar de ser, saúdo essa celebração tão importante no calendário judaico. Nunca escondi de ninguém, considero exagerado esse culto ao sofrimento de Jesus em seus últimos instantes de vida. Não acho que seja isso o que amadurecerá a nossa fé, mas os Seus ensinamentos através de exemplos e do fogo devorador da Sua palavra.

                Desculpem-me os que ficaram ofendidos, mas a minha páscoa é assim, com lembranças Dele vivo e radiante.


                   Feliz semana à todos, que a Paz os acompanhe. 

                            

                                                                                                              

segunda-feira, 13 de março de 2023

Por que o mate se chama assim

 

Isabela, aniversariante do mês, sorvendo um bom mate na cuia.

Quando os conquistadores chegaram a estas terras, perceberam que os nativos praticavam o ritual de se juntarem para beber uma infusão aos que os Guaranis chamavam de "caiguá".

 Esta expressão deriva dos vocábulos guaranis "káa" (erva), "e" (água)  (procedência), o que pode ser traduzido em "água de erva". A expressão "mate", nasce do vocábulo Quechua "matí", que significa abóbora, que é onde o mate estava sendo preparado.

O mesmo era tomado através de uma vara chamada "taquari", na qual se colocava uma semente afucada que fazia as vezes de filtro.

Por extensão, os conquistadores chamaram assim a infusão produzida a partir da erva (ilex paraguaiensis).

Estes tinham a crença de que era uma "erva do demônio" por desconhecer sua prática. Além disso, eles defendiam que era uma bebida de preguiçosos, já que os nativos dedicavam várias horas por dia a este ritual.

A erva-mate deve o seu sabor amargo aos taninos das suas folhas, é por isso que há quem goste de adoçá-la um pouco, e a espuma que é gerada ao cebar, é causa dos glicosídeos.

Mate é mais do que uma bebida. É uma tradição que vence os costumes isolacionistas do crioulo e combina as classes sociais... e através dos tempos, foi o mate que fez a roda dos amigos, e não a roda que trouxe o mate.

E não só isso, também é um símbolo para todos que se afastam do seu país natal (Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Brasil) e encontram nele uma lembrança e um elo com a sua terra.


Fonte: portaldasmissoes.com.br